"Uma Jornada Fantasy Rock"
Este foi um Projeto Multimídia único no Brasil, de iniciativa da banda MARMOR sobre uma diferente forma de vender um CD, incentivando a apreciação por um estilo musical único.
Alma Celta é um livro de literatura fantástica e teve sua primeira edição em dezembro de 2014 através da editora Leya, contendo 154 páginas, entre elas belas gravuras sobre o tema, letras de músicas do álbum, lendas e orações celtas, e aspectos históricos da mitologia céltica. Este projeto tem como autores Marcelo Moreira e Eduardo Amaro. E conta com participações especiais.
O romance apresenta uma leitura deveras lírica, porém simples. Tudo começa com o retorno dos Milesianos à Ilha Verde (Irlanda), guiados pelo Mago Amergin que tem como objetivo vingar a morte de seu tio. Mas para conquistar a Ilha Verde ele deve lutar contra as Tuatha Dé Danann (Sociedade formada por Druidas) que derrotaram e dizimaram os firbolg.
Durante sua jornada, Amergin é desafiado pelos deuses a cumprir certas tarefas, entre elas encontrar quatro objetos mágicos, a Pedra da Soberania, a Lança da Realeza, a Espada da Vitória e o Caldeirão da Abundância. Além disso ele é testado a provar seu valor algumas vezes. Porém alguns deuses querem guerra contra ele.
Em meio a esta severa jornada ele obtem um falcão como parte de seu ser, e ambos sentem o que ocorre um com o outro.
No final, Amergin é transformado num ser imortal pela deusa Morrigan (Deusa da Guerra), e sua visão sobre o mundo muda, e então ele passa a viver eternamente em Tír inna n-Óc, a Terra da Juventude.
"Tuatha Dé Danann: Povos/Tribos da deusa Dana. De acordo com o Livro das Conquistas da Irlanda, foram o quinto grupo a se estabelecer na Irlanda, e a conquistaram derrotando os firbolg. Acredita-se que elas derivaram das divindades pré-cristãs da Irlanda."
"Tír inna n-Óc: Terra da Juventude, ilha mítica a oeste da Irlanda, paraíso sobrenatural no qual morte e doença não existem, juventude e beleza são eternas."
A palavra Druida é de origem Celta, de acordo com o historiador romano Plínio ela tem relação com a força do carvalho (Árvore sagrada para os Celtas). O Druidismo é uma religião.
Sua escrita, Ogham, é semelhante a escrita rúnica dos nórdicos, porém os Celtas não a usavam para registrar seus conhecimentos. Eles dividiam o ano em duas partes: Claro (Verão), e Escuro (Inverno).
Para os Celtas não havia um mito sobre a criação do universo, mas a ideia dos Três Mundos:
O Mundo Celestial: O céu, associado aos deuses e onde as energias cósmicas se movem.
O Mundo Intermediário: A Terra, onde nós e os espíritos da natureza vivemos.
O Submundo: O Outro Mundo, e o mar, onde nossos ancestrais e os seres feéricos vivem.
"Na visão indo-europeia, o cosmos é uma estrutura central e ordenada, em oposição ao caos."
"O mundo antigo era totalmente animista."
Os povos celtas se espalhavam, porém não misturavam panteões, cada tribo tinha suas próprias crenças e deuses.
Os celtas consideravam a Natureza um princípio sagrado, e a cultuavam. Não faziam distinção entre sagrado e profano. Eles faziam oferendas aos espíritos da natureza para manter o equilíbrio entre deuses, homens e as forças sobrenaturais. Entre eles a Mulher era vista como uma imagem simbólica da soberania e da fertilidade.
Hoje em dia, alguns Irlandeses gostam de ser reconhecidos como Celtas.
Este foi um Projeto Multimídia único no Brasil, de iniciativa da banda MARMOR sobre uma diferente forma de vender um CD, incentivando a apreciação por um estilo musical único.
Alma Celta é um livro de literatura fantástica e teve sua primeira edição em dezembro de 2014 através da editora Leya, contendo 154 páginas, entre elas belas gravuras sobre o tema, letras de músicas do álbum, lendas e orações celtas, e aspectos históricos da mitologia céltica. Este projeto tem como autores Marcelo Moreira e Eduardo Amaro. E conta com participações especiais.
O romance apresenta uma leitura deveras lírica, porém simples. Tudo começa com o retorno dos Milesianos à Ilha Verde (Irlanda), guiados pelo Mago Amergin que tem como objetivo vingar a morte de seu tio. Mas para conquistar a Ilha Verde ele deve lutar contra as Tuatha Dé Danann (Sociedade formada por Druidas) que derrotaram e dizimaram os firbolg.
Durante sua jornada, Amergin é desafiado pelos deuses a cumprir certas tarefas, entre elas encontrar quatro objetos mágicos, a Pedra da Soberania, a Lança da Realeza, a Espada da Vitória e o Caldeirão da Abundância. Além disso ele é testado a provar seu valor algumas vezes. Porém alguns deuses querem guerra contra ele.
Em meio a esta severa jornada ele obtem um falcão como parte de seu ser, e ambos sentem o que ocorre um com o outro.
No final, Amergin é transformado num ser imortal pela deusa Morrigan (Deusa da Guerra), e sua visão sobre o mundo muda, e então ele passa a viver eternamente em Tír inna n-Óc, a Terra da Juventude.
"Tuatha Dé Danann: Povos/Tribos da deusa Dana. De acordo com o Livro das Conquistas da Irlanda, foram o quinto grupo a se estabelecer na Irlanda, e a conquistaram derrotando os firbolg. Acredita-se que elas derivaram das divindades pré-cristãs da Irlanda."
"Tír inna n-Óc: Terra da Juventude, ilha mítica a oeste da Irlanda, paraíso sobrenatural no qual morte e doença não existem, juventude e beleza são eternas."
A palavra Druida é de origem Celta, de acordo com o historiador romano Plínio ela tem relação com a força do carvalho (Árvore sagrada para os Celtas). O Druidismo é uma religião.
Sua escrita, Ogham, é semelhante a escrita rúnica dos nórdicos, porém os Celtas não a usavam para registrar seus conhecimentos. Eles dividiam o ano em duas partes: Claro (Verão), e Escuro (Inverno).
Para os Celtas não havia um mito sobre a criação do universo, mas a ideia dos Três Mundos:
O Mundo Celestial: O céu, associado aos deuses e onde as energias cósmicas se movem.
O Mundo Intermediário: A Terra, onde nós e os espíritos da natureza vivemos.
O Submundo: O Outro Mundo, e o mar, onde nossos ancestrais e os seres feéricos vivem.
"Na visão indo-europeia, o cosmos é uma estrutura central e ordenada, em oposição ao caos."
"O mundo antigo era totalmente animista."
Os povos celtas se espalhavam, porém não misturavam panteões, cada tribo tinha suas próprias crenças e deuses.
Os celtas consideravam a Natureza um princípio sagrado, e a cultuavam. Não faziam distinção entre sagrado e profano. Eles faziam oferendas aos espíritos da natureza para manter o equilíbrio entre deuses, homens e as forças sobrenaturais. Entre eles a Mulher era vista como uma imagem simbólica da soberania e da fertilidade.
Hoje em dia, alguns Irlandeses gostam de ser reconhecidos como Celtas.

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