1. Com uma caneta desenhe um ponto entre suas duas sobrancelhas. Esse ponto representará o seu terceiro olho, também conhecido como Ajna, o sexto chacra. Fique observando o ponto em frente a um espelho sem piscar, o máximo que você puder. A cada vez que piscar tente novamente, isso vai te deixar mais resistente no exercício, e após algumas repetições você verá uma espécie de névoa ao redor da sua cabeça, e com o tempo pode acabar vendo a coloração da sua áurea. Quando o sexto chacra é bem desenvolvido te torna um sensitivo de alto grau.
2. Outro exercício fácil, talvez o mais simples de todos, é visualizar constantemente o que fez ou pretende fazer no seu cotidiano, pode ser qualquer tarefa em qualquer dia da sua vida, basta fechar os olhos num lugar calmo onde ninguém possa te interromper, e imaginar cuidadosamente cada detalhe que compõe sua tarefa, visualize bem os hambientes também, o objetivo deste exercício é chegar mentalmente a um lugar específico, e traçar o caminho de volta sem esquecer nenhum detalhe. Isso vai estimular a abertura da sua glândula pineal, e com o passar do tempo e com muita dedicação as visões vão começar a surgir como lembranças, fatos e até mesmo alertas.
Cada matéria física tem sua matéria astral, e uma só pode ser separada da outra por algum exercício de força oculta e permanece separado somente enquanto esta força dure.
Na jornada do descobrimento da Clarividência, é crucial ter um professor, um tutor para que seja guiado e instruído de todo o poder que está a desenvolver.
Muitas vezes julgamos os poderes psíquicos como algo que provém da ignorância, e na maioria das vezes este julgamento é feito de forma preconceituosa por pessoas que ainda não se permitiram a conhecer o seu Eu interior.
Na jornada do descobrimento da Clarividência, é crucial ter um professor, um tutor para que seja guiado e instruído de todo o poder que está a desenvolver.
Muitas vezes julgamos os poderes psíquicos como algo que provém da ignorância, e na maioria das vezes este julgamento é feito de forma preconceituosa por pessoas que ainda não se permitiram a conhecer o seu Eu interior.
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